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Inverno chega e as crianças já começam a sentir o seu efeito

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O tratamento de todas as doenças do que chegam com o frio deve sempre ser feito pelo médico, que orientará o uso adequado de ....

Respiração bucal e perda auditiva na infância: ambos de alta incidência, porém desconhecidos

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Londrina foi sede de uma jornada sobreos dois temas, com a participação da equipe da Copec.

Deficiência auditiva e surdez é tema de curso proferido pela fonoaudióloga Simone Bley

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Evento tem por objetivo ensinar professores e pedagogos a identificarem precocemente problemas auditivos

Ação social da Copec repercute nos principais jornais do Paraná

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Em entrevista, Dr. Lauro diz que o apoio da imprensa é fundamental para vencer a desinformação

Mais de 20% das crianças curitibanas têm perda auditiva

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Campanha quer provar que exame simples pode garantir a integridade auditiva e assegurar o bom aprendizado.


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Área Médica

Soluções Salinas Nasais - Isotônicas ou Hipertônicas?

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Tema foi abordado em palestra pelo Dr. Rodrigo....


Você sabia

Tratamento

Tratamento

Pesquisa e tratamento dos fatores predisponentes

  • Infecção viral das vias aéreas superiores
  • Rinite alérgica
  • Refluxo faringo-laríngeo
  • Alterações estruturais anatômicas
  • Hipertrofia das adenóides


Bacteriologia e antimicrobianos
O tratamento antimicrobiano das rinossinusites, sejam agudas ou crônicas, geralmente é realizado de maneira empírica, baseado em dados microbiológicos de trabalhos publicados na literatura. Não é indicada a coleta rotineira de culturas.

Os agentes etiológicos que representam mais de 70% dos casos são o Streptococcus pneumoniae e o Haemophilus influenzae. Com menor freqüência, podemos encontrar a Moraxella cata rrha lis, o Staphylococcus aureus e o Streptococcus beta hemolytico.

A amoxicilina poderá ser inicialmente utilizada em infecções leves ou moderadas, podendo ser substituída na dependência da evolução clínica do episódio de rinossinusite por amoxicilina em associação com o ácido clavulânico. As cefalosporinas de segunda e terceira geração são opções para casos onde a primeira linha de tratamento não surtiu o efeito esperado.

Em casos de alergia a amoxicilina sugere-se o uso da claritromicina, que apresenta menor taxa de resistência bacteriana entre os novos macrolídeos.

Nas rinossinusites crônicas, o tratamento clínico deverá estar sempre associado a outras medidas terapêuticas, incluindo o tratamento cirúrgico.
Em pacientes imunocomprometidos e em pacientes com fibrose cística, a possibilidade de infecções por bacilos gram-negativos aeróbios deve ser considerada, especialmente a Pseudomonas aeruginosa. A utilização de uma cefalosporina com atividade antipseudomonas, como a ceftazidime, associada ou não a aminoglicosídeos, como a amicacina, na dependência da gravidade, são excelentes opções.

Corticóides sistêmicos e tópicos
Corticosteróides sistêmicos e tópicos promovem a redução do edema a facilitação da drenagem e a manutenção da permeabilidade dos óstios, facilitando a cura clínica. Os corticóides sistêmicos geralmente são utilizados nos quadros agudos e por curto espaço de tempo (10 dias), devido aos efeitos colaterais presentes no uso por tempo prolongado. Nos casos em que o uso prolongado torna-se indicado (alergias, poliposes, pós-operatórios, etc.), preconiza-se o emprego dos tópicos pouco absorvíveis. Apresentam poucos efeitos colaterais locais e - por serem pouco absorvíveis pela mucosa respiratória e gastrointestinal (quando deglutidos) e pelo alto grau de metabolismo e degradação na primeira passagem hepática - não apresentam efeitos sistêmicos quando adequadamente dosados.

Vasoconstritores nasais tópicos e sistêmicos
Recomenda -se o uso do descongestionante tópico para o alívio dos sintomas obstrutivos intensos por um período máximo de cinco dias. Os vasoconstritores sistêmicos levam ao espessamento do muco nasal, diminuindo a drenagem sinusal, estando contraindicados no tratamento das RS agudas.

Mucocinéticos
É um grupo de fármacos cujo objetivo principal é modificar a consistência das secreções do aparelho respiratório, facilitando seu transporte e eliminação. Os efeitos benéficos destes fármacos não chegam a superar as vantagens do uso da água. Esta continua sendo o fluidificante por excelência das secreções do aparelho respiratório.

Solução Salina
A irrigação da mucosa nasal com soluções salinas hipertônicas aumentam a freqüência do batimento ciliar e reduzem o edema da mucosa nasal, melhorando a depuração mucociliar diminuindo a obstrução nasal.

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