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Inverno chega e as crianças já começam a sentir o seu efeito

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O tratamento de todas as doenças do que chegam com o frio deve sempre ser feito pelo médico, que orientará o uso adequado de ....

Respiração bucal e perda auditiva na infância: ambos de alta incidência, porém desconhecidos

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Londrina foi sede de uma jornada sobreos dois temas, com a participação da equipe da Copec.

Deficiência auditiva e surdez é tema de curso proferido pela fonoaudióloga Simone Bley

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Evento tem por objetivo ensinar professores e pedagogos a identificarem precocemente problemas auditivos

Ação social da Copec repercute nos principais jornais do Paraná

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Em entrevista, Dr. Lauro diz que o apoio da imprensa é fundamental para vencer a desinformação

Mais de 20% das crianças curitibanas têm perda auditiva

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Campanha quer provar que exame simples pode garantir a integridade auditiva e assegurar o bom aprendizado.


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Área Médica

Soluções Salinas Nasais - Isotônicas ou Hipertônicas?

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Tema foi abordado em palestra pelo Dr. Rodrigo....


Você sabia

Classificação

Esta classificação é apresentada no livro "Head and Neck Surgery-Otolaryngology", de Byron J. Bailey.

Tonsilas Faríngeas
1. Adenoidite aguda: quadro muito difícil de diferenciar de IVAS generalizada, ou mesmo de rinossinusite bacteriana. Apresenta-se com febre, rinorréia, obstrução nasal e roncos, que desaparecem com o término do processo.

2. Adenoidite aguda recorrente: 4 ou mais episódios de adenoidite aguda em 6 meses. Pode ser muito difícil de diferenciar de sinusite aguda recorrente.

3. Adenoidite crônica: rinorréia constante, halitose, secreção em orofaringe e congestão crônica podem significar adenoidite crônica, que é difícil diferenciar de sinusite crônica. A associação com OMS sugere mais adenoidite.
OBS: RGE pode ser causa de adenoidite crônica.

4. Hiperplasia adenoidiana: obstrução nasal crônica (com roncos e respiração bucal), rinorréia e voz hiponasal.


Tonsilas Palatinas
1. Amigdalite aguda: febre, dor de garganta, disfagia, adenomegalia cervical com hiperemia de amígdalas, podendo haver exsudatos.

2. Amigdalite aguda recorrente: 7 episódios em 1 ano, 5 episódios por ano em 2 anos consecutivos ou 3 episódios por ano em 3 anos consecutivos.

3. Amigdalite crônica: dor de garganta crônica, halitose, cálculos amigdalianos excessivos, edema periamigdaliano e adenopatia cervical amolecida persistente.

4. Hiperplasia amigdaliana: roncos, apnéia obstrutiva do sono, disfagia, voz hipernasal. Em casos extremos, se associada com obstrução nasal e muito intensa (quadro agudo), pode causar insuficiência respiratória aguda.

Faringoadenoamigdalite

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