PEATE

Também é conhecido pela sigla em inglês ABR (Auditory Braistem Response), Potenciais Evocados Auditivos (PEA), Potenciais Evocados Auditivos de Tronco Encefálico (PEATE) ou Potenciais Evocados Auditivos de Curta Latência e Audiometria de Tronco Cerebral ou Brainstem Evoked Response Audiometry (BERA). Apesar de não ser o nome mais preciso, BERA é o nome mais consagrado para se referir à avaliação eletrofisiológica da audição.

Teste da Orelhinha

Teste da Orelhinha é a captação de emissões oto-acústicas de maneira fácil e não invasiva e deve ser realizado desde o nascimento, pois para cada 1000 crianças que nascem de 1 a 3 podem ter surdez.

Os potenciais auditivos refletem a atividade eletrofisiológica do sistema auditivo até o Tronco Encefálico.

O paciente é colocado de modo confortável, em condição de repouso, para que movimentos não provoquem interferências no exame. Em crianças muito jovens pode ser feito sob sedação e em bebês até os 6 meses se consegue realizá-lo em sono espontâneo.

Quando o paciente está pronto são colados eletrodos de superfície na testa e atrás das duas orelhas para captação das respostas, que ocorrem após um sinal acústico. O sinal acústico é breve e rápido e é transmitido às orelhas por fones colocados sobre as mesmas ou dentro do canal auditivo externo.

O tempo de exame pode variar dependendo das condições do equipamento ou do paciente entre outras possibilidades.

Sempre que se deseja avaliar a sensibilidade auditiva ou a integridade das vias auditivas. É muito usado em neonatos, prematuros e lactentes, pacientes com comprometimento neurológico, bem como, em pessoas difíceis de testar por outros meios.

Freqüentemente não há recomendações específicas ou preparação, exceto em crianças entre 1 ano e 3 anos, quando pode ser necessária a sedação. Sempre que possível tanto o adulto como as crianças são encorajados a tentar dormir, pois o exame se realiza de forma mais adequada durante o sono.

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Se for necessária a sedação a família deve:

Trazer a criança em jejum absoluto de no mínimo 6 horas.

Não permitir que a criança durma antes do exame, pois se ela estiver cansada o medicamento para fazê-la dormir será mais eficiente.

Após a administração do medicamento, ter uma atitude positiva acreditando que a criança vai dormir, transmitindo-lhe segurança.

Permanecer em um ambiente tranqüilo até que o medicamento faça o efeito necessário, o que pode demorar até 40 minutos.

Se a criança não estiver bem de saúde, por qualquer motivo, o BERA sob sedação, deve ser suspenso e remarcado.

O exame está à disposição para pessoas de qualquer idade.

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